"Dê-me uma selvageria cujo vislumbre nenhuma civilização seja capaz de suportar"

PRIMITIVISMO -- SABERES TRADICIONAIS -- SAÚDE NATURAL -- EVOLUÇÃO HUMANA



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sobre animais falantes...

Foi assim de repente, sem aviso, sem explicação. Três notícias bem estranhas. Incomuns, para se dizer o mínimo. Até hoje ninguém, nenhum cientista, nenhum filósofo, nenhum poeta, foi capaz de sequer imaginar como umas coisas estranhas assim puderam acontecer... 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hipocondria Institucional


A foto acima foi tirada do meu celular (por isso a baixa qualidade), dentro do restaurante universitário da faculdade onde estudo. No alto, a assinatura do Serviço de Alimentação, que têm feito outros cartazes semelhantes como "Dica do Mês". Neste, se vê duas mãos se comprimentando, e nos balões as falas: "Eu estava no banco, e você?"..."BANHEIRO". Abaixo, no vermelho, o aviso, em letras bem grandes: "Cuidado com apertos de mãos!". E depois, em letras menores: "Lave sempre as mãos, principalmente antes das refeições." Infelizmente, não é uma piada. Almoçamos muitos dias lendo este cartaz. Para mim trata-se de um sintoma de uma doença, que passei a chamar de hipocondria institucional...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Caruru - Amaranthus sp.

Fonte: Wikipedia

Planta comestível e medicinal (aumenta a lactação, emoliente, diurética, e combate infecções de pele). Também indica solos férteis (com muita matéria orgânica e relativamente sombreados).

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Escolha e identidade

"Por que não destruir a natureza?" Eis uma pergunta que por vezes os tidos como "ambientalistas" reencontram. Simplesmente, porquê? Alguns por vezes se perdem para respondê-la com argumentos técnicos, mas a verdade é que se trata de uma questão exclusivamente moral. Infelizmente a única resposta que realmente faz juz à arrogância da pergunta é aquela que por vezes temos de usar para acalmar uma criança: "porquê não." Trata-se de uma questão de escolha. E trata-se também de uma questão, no fundo, completamente irreal.